sábado, 3 de maio de 2008

Dia da Mãe .

Para mim é simplesmente mais um dia. Admirar, admiro-te todos os dias. Não preciso de um em especial. Amar, Amo-te sempre. Não há data que o mude. Mas se o dia oficial existe, então que seja celebrado. Que te seja dito que és a mulher que mais admiro na vida. Que te seja dito que se um dia for metade daquilo que és, sentir-me-ei concretizada e terei certeza de que sou uma Grande pessoa. Que te seja dito que para mim, não há ninguém que te iguale. Que te seja dito que não trocava a educação que me deste por nenhuma outra. Que te seja dito... A m o - t e!
Que te seja dito tudo aquilo que mereces ouvir mas que no texto escaceia por falta de adjectivos.

És a melhor Mãe do mundo . Sem banalidades ou vulgaridades de expressão.
Amo-te e amar-te-ei sempre com toda a admiração e carinho que te devo por seres quem és.

A ti Ana, que não soubeste nunca deixar de ser mãe.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Filosofias de Vida .

A minha sempre foi, da maneira mais descomplicada e fácil, não fazer nada. Começa agora, um processo de constatação de um possível camuflado de guerra para um medo de não atingir objectivos impostos interna e, sobretudo, externamente. Apesar de uma absoluta certeza narcisista e, contraditória deste iluminismo, de que nada me transcende.
Narcisismo cuja a culpa, sem dúvida alguma, se aplica aos progenitores. Seres, maioritariamente incompreendidos, que tão simplesmente me incutem uma certeza de que nada nem ninguém se me assemelha ou supera.
Ora, posto isto, o meu muito obrigado à Shodona Ana e ao Shodom António que torcem todos os dias para que me afogue no deslumbramento da minha pessoa.

'És narcisista, porra!'
'A culpa é dos meus pais!' .

No fundo, no fundo...
Isto são tudo pensamentos que nada dizem respeito a Filosofias de Vida. (Mas fica bem no título.)